
![]() |




Ver mensagens anteriores

Flog da Thurma da SETA JR
Flog Muito Farturentos
My Gifs
Jardim de Rosas da Nanda
Flores e Perfumes do Amor
Flowers - Vera Stefanello
Antigo-Flores&Poesias
Dora-Bradenton- U.S.A.
Janaina
Spaces - Luzia
Cris - Turismo
Flores e Sonhos
Marilda

Setur-Ce
























Código html:
Cristiny On Line

































Tarde demais...
Quando chegaste enfim, para te ver
Abriu-se a noite em mágico luar;
E para o som de teus passos conhecer
Pôs-se o silêncio, em volta, a escutar...
Chegaste, enfim! Milagre de endoidar!
Viu-se nessa hora o que não pode ser:
Em plena noite, a noite iluminar
E as pedras do caminho florescer!
Beijando a areia de oiro dos desertos
Procurara-te em vão! Braços abertos,
Pés nus, olhos a rir, a boca em flor!
E há cem anos que eu era nova e linda!...
E a minha boca morta grita ainda:
Porque chegaste tarde, ó meu Amor?!...
Florbela Espanca
às 17h10


A Estação Primeira de Mangueira, fundada em 28 de abril de 1928 pelos amigos Saturnino Gonçalves, Cartola, Carlos Cachaça, Marcelinho José Claudino (Maçu), Abelardo da Bolinha, Euclides Roberto dos Santos (Seu Euclides), Pedro Caim e Zé Espinguela, comemora seu aniversário de 80 anos.
O Sol Nascerá
Composição: Cartola / Elton Menezes
A sorrir
Eu pretendo levar a vida
Pois chorando
Eu vi a mocidade
Perdida
Fim da tempestade
O sol nascerá
Fim desta saudade
Hei de ter outro alguém apara amar
A sorrir
Eu pretendo levar a vida
Pois chorando
Eu vi a mocidade
Perdida
*******************************
Das Águas do Velho Chico, Nasce Um Rio de Esperança (2006)
Vou navegar...
Na minha Estação Primeira
Nas águas da “integração” chegou Mangueira
Opará... Rio-Mar o nativo batizou
Quem chamou de São Francisco foi o navegador
Na serra ele nasce pequenino
Ilumina o destino, vai cumprir sua missão
Se expande pra mostrar sua grandeza
Gigante pela própria natureza
A carranca na Mangueira vai passar
Minha bandeira tem que respeitar
Ninguém desbanca minha embarcação
Porque o samba é minha oração
Beleza o bailar da piracema
Cachoeiras um poema à preservação
Lendas ilustrando a história
Memórias do valente Lampião
Mercado flutuante, um constante vai-e-vem
Violeiro, sanfoneiro, que saudade do meu bem
O sabor desse tempero, eu quero provar
Graças à irrigação, o chão virou pomar
E tem frutas de primeira pra saborear
Um brinde à exportação, um vinho pra comemorar
O Velho Chico! É pra se orgulhar
O sertanejo sonhou
Banhou de fé o coração
E transbordou em verde e rosa
A esperança do sertão
*****************************

Não Precisa dizer mais nada. Salve Mangueira!!!
às 15h44

|
||||